Em certo tempo passado assisti uma pelicula cujo nome era o mar: MEDITERRÂNEO. Falava sobre a história de um grupo de soldados italianos que na Segunda guerra foram parar numa iha grega e por lá, em meio ao sol, ao sal e as paixões esqueceram as 'razões' da guerra.
- O que os incomodava no entanto era a crença na desistência de seus ideais !- Numa nostalgia de permanecer fiéis a crença, neste caso dos outros. O filme resolve a questão, enviando-os a uma outra possibilidade, sem dúvida mais humana: a da aceitação da mudança, de que ha momentos que o nada a fazer é a melhor coisa.
Deixa-se no ar a consciencia de que mesmo a desistência do heroísmo também é uma ação imaculada. Fugir é quase uma opção de sabedoria.Talvez mesmo, a mais acertada quando se reconhece o limite, sem receio estaciona-se em seu próprio território, não se necessitando provar que se está dentro do simplesmente humano.
Quando escrevo sobre tal memória da imagem, fico a pensar nos meus pares e em seus receios de se sentirem mais verdadeiros ou corajosos diante das gritantes insolvências da vida de artistas... Pré-existe em muitos de nós, um medo do futuro baseado em escolhas e crenças, um passadismo se revela mortal à criação...
Quando escrevo sobre tal memória da imagem, fico a pensar nos meus pares e em seus receios de se sentirem mais verdadeiros ou corajosos diante das gritantes insolvências da vida de artistas... Pré-existe em muitos de nós, um medo do futuro baseado em escolhas e crenças, um passadismo se revela mortal à criação...
Ser honesto é condição inerente ao artista e as suas relações. A verdade apenas desmente a mentira, o engano. Substituindo-se a tragédia pela farsa tereros apenas um efeito comicamente doentio.
carlosBART
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